InícioO MESC

O MESC

Atuação nacional desde 2016.
Catadoras, catadores e lideranças com a bandeira Eu Sou Catador
Quem somos

Uma voz construída por catadores, para catadores.

Nascido em 2016 e idealizado por Tião Santos, o MESC fortalece a participação de catadoras e catadores nas decisões que impactam suas vidas, seu trabalho e sua renda. Com sede em Brasília/DF, o Instituto MESC atua em todo o país.
2016
fundação
Tião Santos
idealizador · Sebastião Carlos dos Santos
Brasil
atuação nacional
Quem reunimos
Catadores autônomos
Trabalhadores de ruas e lixões
Associações
Cooperativas
Lideranças
Nossa atuação
Trabalho digno
Autonomia
Cooperativismo
Inclusão socioprodutiva
Acesso às políticas públicas
Catadoras, catadores e apoiadores reunidos em frente a um galpão de reciclagem

Missão

Representar, mobilizar e fortalecer catadores e catadoras de materiais recicláveis em todo o Brasil, promovendo a defesa de seus direitos, a inclusão socioprodutiva, o reconhecimento pelos serviços ambientais prestados e sua participação nas políticas públicas de resíduos sólidos.

Visão

Ser referência nacional na organização e representatividade da reciclagem popular, contribuindo para um Brasil onde catadores e catadoras tenham trabalho digno, remuneração justa, proteção social e protagonismo na economia circular.

Valores

Dignidade humana, justiça socioambiental, solidariedade, autonomia, democracia participativa, igualdade de oportunidades, transparência, respeito à diversidade e valorização do trabalho coletivo.

Principais objetivos e pautas

Reconhecimento profissional

Luta pelo pagamento justo pelos serviços socioambientais prestados na coleta, triagem e destinação de resíduos sólidos.

Previdência Social

Propõe a criação de uma Contribuição Previdenciária Especial de 5% para facilitar o acesso dos catadores ao INSS e à aposentadoria.

Inclusão socioeconômica

Busca gerar trabalho e renda, combater a marginalização e articular políticas públicas com o poder público e o setor privado.

Articulação regional

Promove eventos de formação e união da categoria, como a Rede Catar Nordeste e encontros nacionais e regionais, a exemplo do realizado em Recife (PE) em junho de 2026.
Bandeiras de luta

Direitos, reconhecimento e inclusão.

A reciclagem brasileira depende do trabalho diário de milhares de catadores e catadoras. Entretanto, parte significativa da categoria ainda enfrenta informalidade, baixa remuneração, condições precárias de trabalho e dificuldades de acesso à proteção social.
01

Direitos previdenciários e proteção social

Ampliação do acesso à Previdência Social, incluindo aposentadoria, benefícios por incapacidade e salário-maternidade, com condições especiais de contribuição para catadores autônomos.
02

Remuneração pelos serviços ambientais

Reconhecimento econômico do trabalho de coleta, separação, recuperação e encaminhamento de recicláveis. A remuneração não pode depender só da venda dos resíduos.
03

Inclusão socioprodutiva

Valorização de cooperativas, associações e catadores autônomos, com organização coletiva, formação profissional, infraestrutura e acesso a oportunidades econômicas.
04

Fechamento humanizado dos lixões

Encerramento ambientalmente adequado dos lixões, com inclusão socioprodutiva, proteção social, qualificação e geração de renda para os trabalhadores afetados.
05

Participação nas políticas públicas

Diálogo com governos e instituições para ampliar a participação dos catadores na gestão de resíduos, coleta seletiva, logística reversa e economia circular.
06

Justiça climática e transição justa

Reconhecimento dos catadores como agentes ambientais. A transição para uma economia de baixo carbono deve incluir os trabalhadores da reciclagem.
Catadora com carrinho carregado de recicláveis na rua
Catadores não são apenas parte da cadeia da reciclagem. São protagonistas da economia circular.
O Brasil precisa reconhecer, proteger e remunerar quem faz a reciclagem acontecer.
© 2026 Instituto MESC · Movimento Nacional Eu Sou Catador
↑
Voltar ao topo